Olá pessoal!

Transporte é um fator muito importante para saber antes de viajar. Hoje vou falar um pouquinho do sistema de transporte de Vancouver e como me virei por lá!

O sistema é dividido entre o Skytrain (metrô de superfície), os ônibus, aluguel de bicicletas, além, é claro dos táxis e carros. Eu andei uma vez de carro por lá e foi no meu primeiro dia porque precisava comprar o Compass Card que é o cartão que você usa para pegar ônibus e o Skytrain. 

Você pode comprar o seu Compass do jeito que você quiser, têm máquinas vendendo em quase todas as estações de metrô. Eles têm a opção de comprar o Compass diário, semanal ou mensal. Como fiquei 1 mês e pouco em Vancouver, a melhor opção foi comprar o Compass Card mensal que custou 91 dólares canadenses. Com ele, você pode usar quantas vezes quiser por dia o ônibus e Skytrain. Lembrando que esse valor é apenas andar pela Zona 1, se você quiser ir para Burnaby, que já fica na Zona 2, você tem que comprar o passe separado ou comprar o Compass que valha para as zonas que você deseja. 

Comprado o tal do Compass Card, agora você já pode usar! Toda vez que você entra no ônibus tem que dar um “tap” nas máquinas que ficam na entrada, mas na hora de sair não precisa passar o cartão novamente. Já no Skytrain, é necessário passar o Compass tanto na entrada quanto na saída! Nunca se esqueça disso porque pode dar problema com o seu cartão e precisar ir até a estação Main Street – Science World para resolver!

Vou comentar aqui o trajeto que eu fazia todos os dias para ir até a minha escola – EC Vancouver – e esse caminho levava no máximo 30 minutos.

Primeiramente, eu pegava o ônibus 20 na Victoria Drive na estação 36. O ponto ficava a menos de uma quadra da minha casa, muito fácil! 

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Eu ia com o ônibus até a estação de Skytrain Commercial Broadway. Isso levava em torno de 15 minutos e normalmente o ônibus estava cheio às 7h da manhã!

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A estação Commercial Broadway fica ao lado de onde o ônibus para. A Commercial Broadway eu ía até a estação Granville. O trajeto levava mais ou menos 10 minutos mas quase todos os dias o metrô estava cheio e era preciso esperar o menos lotado! O Skytrain é bem rápido e a cada 3/4 minutos chegava um novo. 

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Por fim, eu andava menos de 3 minutos para chegar à minha escola e ainda dava tempo de pegar um café e um croissant no Tim Hortons hahaha. A localização da EC é ótima mesmo, tá bem no centro, a menos de 5 minutos da estação Granville e do Pacific Center (onde eu almoçava praticamente todos os dias)!

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O sistema de transporte de Vancouver é muito eficiente, rápido e barato. Eu consegui ir para todos os lugares que eu queria sem me perder! É muito fácil e as pessoas são muito queridas ao responder qualquer dúvida sua! Não tenha medo de perguntar nem de errar. Tenho certeza que Vancouver te receberá de braços abertos!

Esse foi só um dos trajetos que eu fiz e conforme eu dar as dicas de lugares para ir, colocarei todas as informações de como chegar!

Qualquer dúvida ou sugestão deixem nos comentários, vou amar falar mais dessa cidade que ganhou meu coração e que é minha saudade diária!

 

 

Olá pessoal!

Dando continuidade aos posts de Vancouver, hoje vou falar onde eu fiquei durante a minha viagem!

Como falei no post anterior, fui para o Canadá estudar inglês na EC Vancouver. Fiz toda a parte do intercâmbio com a agência Travelmate aqui em Curitiba. Lá a Andressa me passou todas as opções de escolas e tipos de acomodação. Acabei escolhendo ficar em Homestay (casa de família), que é a opção mais escolhida por estudantes, porque assim poderia melhorar ainda mais meu inglês. Fiquei sabendo meu endereço e minha família apenas uma semana antes de viajar! Confesso que fiquei um pouco receosa porque não sabia como eu seria recebida em uma casa de Chineses! A melhor parte é que eles superaram todas as minhas expectativas! Sherman e Julie eram meus “pais” em Vancouver e desde o primeiro dia fui muito bem tratada!

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A minha casa era bem grande e ficava a menos de 30 minutos da escola! Na mesma casa tinha uma suíça, um francês e um japonês. Todos muito legais e criamos um laço de amizade logo nos primeiros dias!

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Eu fiquei em um quarto só meu, era pequeno mas bem confortável. O banheiro era compartilhado mas não tive nenhum problema com sujeira e afins. Especialmente na minha família, eles que lavavam as minhas roupas e isso acontecia uma vez por semana. É obrigatório ter wi-fi em todas as casas de Homestay e eles devem oferecer café da manhã e jantar. O café nós que preparávamos: tinha pão, manteiga, leite e cereais. Comprei algumas coisinhas a mais para deixar na geladeira mas é sempre importante pedir permissão para os pais. Na minha casa o térreo era destinado somente aos estudantes então tínhamos nossa própria cozinha, sala de estar e jantar. Era muito legal!!! Quanto ao jantar, ele era servido todo dia às 19 horas (bem cedo pra nós brasileiros) e tudo era muito bom. Comi de tudo: pasta, frango, MUITO arroz, legumes, sopa, pierogi… E sempre tinha alguma frutinha de sobremesa! Durante o jantar nós conversávamos bastante, dizem que é a melhor hora para praticar o inglês! 

Além disso, a casa tinha algumas regrinhas, por exemplo: se você não fosse jantar em casa, você deveria avisar o Sherman com antecedência para que ele não preparasse seu jantar; se chegasse tarde era proibido fazer barulho e tomar banho; a duração do banho deveria ser de 15 minutos; sempre tirar os sapatos antes de entrar em casa etc. Vale lembrar que cada casa tem suas regras, aqui estou falando as regras que o Sherman e a Julie tinham na casa deles!

Não tive nenhum problema, pelo contrário, foi uma experiência incrível! Ainda, na última semana, nós fizemos um jantar de agradecimento ao Sherman e à Julie… Tentamos fazer um churrasco brasileiro mas lá é tudo diferente: carne, linguiça, frango… E ainda o Sherman quase colocou fogo na casa, vide foto abaixo. Mas o que vale é a intenção, né? Kkkk

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Agora o que resta é saudade!

Bruna Lesniowski

 

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